Espero alguém que cobre os meus sonhos, e junto, sonhe.
Espero alguém que fica irritada quando não sou claro, quando escondi sentimentos.
Mal sabia que era medo. Mas agora, o medo dá lugar a paixão, que escondi anteriormente.
Espero alguém que eu acorde e perceba que dormimos na mesma posição.
Espero alguém que eu tente todos os dias acordar e fazer me dar bom dia, por mais que não dê bom dia para ninguém.
Espero alguém que eu nunca desista de tentar levar para o banho comigo.
Espero alguém com a timidez de tirar o pijama na cama. Que pessoalmente, a vergonha faça a fala ficar pausada durante uma declaração.
Espero alguém que quebre o clima sempre, no melhor próprio estilo, mas ainda assim, torne tudo mágico.
Espero alguém delicada. Com esta beleza delicada.
Espero alguém com uma timidez de se tornar linda.
Espero alguém que reclame por estar reclamando demais, mas se sinta a vontade de continuar falando.
Espero alguém que faça eu viajar, e achar sua casa só pelo cheiro.
Espero alguém que me faça ficar encabulado, mesmo que isso seja difícil.
Espero alguém que me faça ficar com saudades, mesmo que eu desconheça esse sentimento.
Espero alguém que fale da minha alma, do meu coração enorme, do meu altruísmo, que ache isso lindo em mim, que me chame de lindo de sua vida e diga que não sabe me explicar.
Espero alguém que encha a minha bola e que eu somente escute, e não deixe subir para o meu ego, somente fique feliz por saber como sou visto pelos olhos dela. Pelo coração dela. Pela alma dela.
Espero alguém com garra. Com vontade de ser alguém. Com sonhos tão grandes quanto os meus. Alguém que eu encha o peito e fale: Tu é o meu exemplo!
Espero alguém que faça eu escrever como nunca antes, que me compare com meus ídolos, que diga que me enxergue como um escritor de verdade. Que eu escreva pra ela, e ela encabulada, mas mesmo assim adore os meus textos.
Espero alguém que faça comigo, promessas de não fazer promessas e que aceite a minha promessa de nunca deixar o outro desistir.
Espero alguém que ria quando me beije pela primeira vez, e das outras vezes e todas as vezes.
Espero alguém que eu arranque sorrisos às sete da manhã de uma segunda-feira.
Espero alguém que faça eu escrever, sem vontade de publicar. Escrever só pra ela ler, só pela vontade de se apaixonar. Sem vontade de revelar, só por te contar, ao pé do ouvido, te fazendo arrepiar.
Espero alguém que me faça algum tipo de bem.
Espero alguém que me dê a chave do seu coração, mesmo não sabendo desenhar uma chave.
Espero alguém que me deixe confuso. Que me faça rir sem entender. Que me faça suspirar. Sentir medo. Me acanhar e então, me entregar.
Espero, por alguém, sem esperar, mas que apareça, sem falar, e chegue, sem avisar, e que faça, em tudo eu acreditar, até otimista eu virar, e dos meus sonhos, nunca me dispersar. E do teu corpo, não pensar em me dissipar.
Quando se olha para um ponto qualquer, vemos então o horizonte. Ele é lindo. Vemos no horizonte nossos futuros, lembramos nosso passado, e até vivemos nosso presente. E também, olhando para ele imaginamos um de nossos futuros, planejamos esse futuro e acreditamos que um dia ele vai virar presente.
sábado, 21 de dezembro de 2013
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Das Teorias
Disseram-me que minhas teorias são boas, minhas metáforas também. Talvez seja somente pela leitura de olhos apaixonados ou, devem ser um pouco boas mesmo. O fato, é que não me canso de escrever sobre novas teorias e criar novas metáforas para arrancar sorrisos de orelha à orelha às sete da manhã de uma segunda-feira.
Planejar, nem sempre é sinônimo de que vai dar certo. Fazemos planos, criamos futuros, criamos filhos, cachorros e até papagaios se tivermos vontade. Olhamos vários e vários horizontes, caímos em alguns precipícios, faz parte.
De repente, não planejamos, não esperamos, nem mesmo idealizamos. Nada de filhos, de papagaios, talvez cachorros, vários, e vira-latas, pois eles são mais dóceis, e adotados, porque comprar é um insulto com tantos pobrezinhos nas ruas.
Planos são, em alguns itens, quase que necessários. Mas sem planos, sem a esperança de que tudo corra bem, sem a grande expectativa se ele vai ligar na manhã seguinte, a probabilidade de dar certo, aumenta.
Se tu esperou muito por algo, mas muito mesmo e não aconteceu, a frustração é eminente. Irá se frustrar, sair machucado, magoado.
Quando não esperamos por nada, nem imaginamos receber uma mensagem se quer no dia seguinte, qualquer bom dia com um "oi" sem jeito, torna-se o bom dia mais lindo da tua semana, daqueles de te deixar de bem com a vida. Com tudo.
Se não esperamos por nada, o que der certo, não importa o quão certo, já é muito. Já é bom. Já é certo.
Não aconselho a dispersarmos todos nossos planos, nossas metas e afins só para que sempre tenhamos o gostinho de que deu certo.
Tenha planos, crie horizontes, pense nos precipícios, se organize. Mas, quando for necessário, jogue tudo pro alto, ligue o modo "foda-se" e vá, mas vai sem medo, e se der medo, vai igual, que um pouco de medo libera endorfinas e faz bem pra nós.
domingo, 3 de novembro de 2013
Eu curo TPMs
Já me chamaram de doido, masoquista, disseram que não tenho medo da morte (e não tenho mesmo), se espantaram, só porque digo que não tenho medo de TPM.
E não tenho mesmo.
Existe melhor semana para se por coisas à prova? Paciência, o próprio gostar, o teu "efeito" sobre a pessoa, o quanto tu consegue fazer ela feliz, o quanto ela fica bem ao teu lado? Não.
Tenho a mania de irritar, irritar e irritar pra depois acalmar. Quem nunca?! É uma ótima tática pra quem domina a arte de fazer corpos relaxarem. Tu deixa a pessoa em um nível seguro de irritação, óbvio, que não lhe causará danos maiores, depois, usa tudo que tens disponível para vê-la novamente tranquila e relaxada no teu ombro.
Isso sempre funciona, mas, na última semana do mês, as coisas mudam, existe um nível um pouco abaixo de tolerância à técnica de irritar, mas não coloque a culpa nela, a TPM existe sim, e é provada bioquimicamente.
Mas como nada está perdido, é um período muito interessante de se estar com ela. Sim meu amigos, é legal. Com uma variação hormonal descomunal, um sobe e desce escandaloso, há brechas que esses hormônios nos deixam, que, se soubermos usar à nosso favor, será espetacular.
Beijos no pescoço, com aquele abraço "sufocante", a barba por fazer na nuca, a mão com segurança em pontos estratégicos, é um kit completo anti-TPM. Para vê-la feliz e relaxada funcionaria, em dias normais depois de um dia exaustivo de trabalho, depois dela ter derramado tudo que precisava sobre o serviço, sua chefe insuportável, clientes apavorados e assim por diante, mas não estamos em dias "normais".
Recorra a medidas drásticas. Chegue com a barra de chocolate preferido dela, mesmo ela estando de dieta, diga que TPMs exigem quebra da dieta, convença que você ira controlar, que não irão comer a barra toda, só o suficiente para o nível de serotonina e dopamina se estabilizarem. Use e abuse de conhecimentos técnicos-científicos se possui-los.
Brinque com o chocolate em suas bocas, faça ela se sujar, ela rirá, te xingará, mas ao final, estará dando gargalhadas, e é essa a nossa missão. Limpar as lágrimas e substitui-las por sorrisos espontâneos.
E então, está ai a cura para a TPM. Ria, aja como um idiota, se suje, engorde, beije-á, pegue-á. Com jeito, sem jeito, com vergonha. Sem vergonha. O resultado compensa. Ver que ela, mesmo sendo sete da manhã ou dez da noite, ainda ri das tuas piadas sem graça e nem se lembra que dia do mês estamos... Sem mais.
Uma barra de chocolate, a barba por fazer e o conhecimento dos pontos frágeis, não há TPM que resista.
E não tenho mesmo.
Existe melhor semana para se por coisas à prova? Paciência, o próprio gostar, o teu "efeito" sobre a pessoa, o quanto tu consegue fazer ela feliz, o quanto ela fica bem ao teu lado? Não.
Tenho a mania de irritar, irritar e irritar pra depois acalmar. Quem nunca?! É uma ótima tática pra quem domina a arte de fazer corpos relaxarem. Tu deixa a pessoa em um nível seguro de irritação, óbvio, que não lhe causará danos maiores, depois, usa tudo que tens disponível para vê-la novamente tranquila e relaxada no teu ombro.
Isso sempre funciona, mas, na última semana do mês, as coisas mudam, existe um nível um pouco abaixo de tolerância à técnica de irritar, mas não coloque a culpa nela, a TPM existe sim, e é provada bioquimicamente.
Mas como nada está perdido, é um período muito interessante de se estar com ela. Sim meu amigos, é legal. Com uma variação hormonal descomunal, um sobe e desce escandaloso, há brechas que esses hormônios nos deixam, que, se soubermos usar à nosso favor, será espetacular.
Beijos no pescoço, com aquele abraço "sufocante", a barba por fazer na nuca, a mão com segurança em pontos estratégicos, é um kit completo anti-TPM. Para vê-la feliz e relaxada funcionaria, em dias normais depois de um dia exaustivo de trabalho, depois dela ter derramado tudo que precisava sobre o serviço, sua chefe insuportável, clientes apavorados e assim por diante, mas não estamos em dias "normais".
Recorra a medidas drásticas. Chegue com a barra de chocolate preferido dela, mesmo ela estando de dieta, diga que TPMs exigem quebra da dieta, convença que você ira controlar, que não irão comer a barra toda, só o suficiente para o nível de serotonina e dopamina se estabilizarem. Use e abuse de conhecimentos técnicos-científicos se possui-los.
Brinque com o chocolate em suas bocas, faça ela se sujar, ela rirá, te xingará, mas ao final, estará dando gargalhadas, e é essa a nossa missão. Limpar as lágrimas e substitui-las por sorrisos espontâneos.
E então, está ai a cura para a TPM. Ria, aja como um idiota, se suje, engorde, beije-á, pegue-á. Com jeito, sem jeito, com vergonha. Sem vergonha. O resultado compensa. Ver que ela, mesmo sendo sete da manhã ou dez da noite, ainda ri das tuas piadas sem graça e nem se lembra que dia do mês estamos... Sem mais.
Uma barra de chocolate, a barba por fazer e o conhecimento dos pontos frágeis, não há TPM que resista.
sábado, 2 de novembro de 2013
Tesão vs. Paixão
Tesão é imaginar ela, deitada sobre você, em completa atividade.
Paixão, é querer dormir de conchinha.
Tesão é passar por ela e virar para olhar a sua bunda.
Paixão, é encara-lá nos olhos ao passar.
Tesão é correr atrás quando ela passa.
Paixão, é ficar para sentir o seu cheiro.
Tesão, é trocar mensagens sacanas.
Paixão, é receber uma mensagem de boa sorte em um dia importante.
Tesão é querer comemorar um dia importante na cama.
Paixão, é querer logo saber a resposta daquele dia importante.
Tesão é te provocar dizendo que não vai dar conta.
Paixão, é querer saber se tu te importa se ela gozou ou não.
Tesão é chamar no chat pra falar besteirinhas.
Paixão, é mandar uma mensagem dizendo que chorou no fim do livro.
Tesão é querer que tu passe no vestibular porque tu disse que correria pelado.
Paixão, é querer que tu realize o teu sonho.
Tesão é te provocar, provocar e depois dar para atrás.
Paixão, não se provoca.
Paixão, não se instiga.
Paixão, não foge.
Paixão, fica.
Mas, paixão sem tesão, não dura. E tesão sem paixão, é só tesão. Precisamos dos dois. Sinta tesão, se apaixone. Se apaixone por tesão. Sinta tesão por estar apaixonado. Mas sinta.
Paixão, é querer dormir de conchinha.
Tesão é passar por ela e virar para olhar a sua bunda.
Paixão, é encara-lá nos olhos ao passar.
Tesão é correr atrás quando ela passa.
Paixão, é ficar para sentir o seu cheiro.
Tesão, é trocar mensagens sacanas.
Paixão, é receber uma mensagem de boa sorte em um dia importante.
Tesão é querer comemorar um dia importante na cama.
Paixão, é querer logo saber a resposta daquele dia importante.
Tesão é te provocar dizendo que não vai dar conta.
Paixão, é querer saber se tu te importa se ela gozou ou não.
Tesão é chamar no chat pra falar besteirinhas.
Paixão, é mandar uma mensagem dizendo que chorou no fim do livro.
Tesão é querer que tu passe no vestibular porque tu disse que correria pelado.
Paixão, é querer que tu realize o teu sonho.
Tesão é te provocar, provocar e depois dar para atrás.
Paixão, não se provoca.
Paixão, não se instiga.
Paixão, não foge.
Paixão, fica.
Mas, paixão sem tesão, não dura. E tesão sem paixão, é só tesão. Precisamos dos dois. Sinta tesão, se apaixone. Se apaixone por tesão. Sinta tesão por estar apaixonado. Mas sinta.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Carícias de carinhos
Os olhos não se cruzam, pois eles ainda temem verdades. Não dúvidas, mas a verdade, e eles sabem o que é. Mas o toque, eles se procuram tímidos, receosos, aos poucos, mas por fim, se aconchegam.
Aos poucos, no cruzar das estrelas, um forte aperto de mão acontece, entre uma carícia e outra. Os olhares continuam a não se cruzarem, talvez por ainda temer. Talvez por ainda confusos. Talvez por ainda não saber.
Pra outra dimensão vão. Em outra dimensão estão. Sem saber a dimensão do que acontece. O natural acontece, sem a percepção de nenhum. Ou com percepção.
No sorriso bobo na despedida breve de fim de semana, carregado com carinho, do carinho das carícias, que o olhar também carrega, tão forte e intenso quanto os entrelaçar dos dedos.
Nas carícias despretensiosas, daquelas de fazer o coração das saltos de serem ouvidos de fora, nasce o carinho da flor, da pele, do toque.
Dos olhos que desviam, carícias ainda tem, na vergonha do olhar, pela timidez ou pelo duvidar, está o carinho também.
Nos dedos que se entrelaçam, nos olhares que se desviam, nas carícias que encontram estrelas se cruzando, nos corações latindo, nos sonhos lembrados. Pensamento único.
Aos poucos, no cruzar das estrelas, um forte aperto de mão acontece, entre uma carícia e outra. Os olhares continuam a não se cruzarem, talvez por ainda temer. Talvez por ainda confusos. Talvez por ainda não saber.
Pra outra dimensão vão. Em outra dimensão estão. Sem saber a dimensão do que acontece. O natural acontece, sem a percepção de nenhum. Ou com percepção.
No sorriso bobo na despedida breve de fim de semana, carregado com carinho, do carinho das carícias, que o olhar também carrega, tão forte e intenso quanto os entrelaçar dos dedos.
Nas carícias despretensiosas, daquelas de fazer o coração das saltos de serem ouvidos de fora, nasce o carinho da flor, da pele, do toque.
Dos olhos que desviam, carícias ainda tem, na vergonha do olhar, pela timidez ou pelo duvidar, está o carinho também.
Nos dedos que se entrelaçam, nos olhares que se desviam, nas carícias que encontram estrelas se cruzando, nos corações latindo, nos sonhos lembrados. Pensamento único.
domingo, 13 de outubro de 2013
Feia mania
Tenho a feia mania só lutar por aquilo que tenho certeza que alcançarei. Por objetivos concretos, dependentes somente de mim. Não arrisco fora do meu alcance. Não piso no terreno do outro. Não avanço sem saber que vai dar certo.
Erro irracional. Imoral. Imortal. Mortal.
Faço se tiveres vontade, beijo se me quiseres. Amo explicitamente se me amares em segredo. Te zelo se aceitar proteção. Te bajulo quando te enaltece.
Por que não lutar, mesmo que sozinho, mesmo que batendo com a cara no muro, quando se tem a vontade, quando vem o desejo, os dedos?
Acho que é meu dilema de vida. Luto por tudo, desde que dependa somente de mim, vou atrás, batalho, conquisto. Sou o que sou por essa minha eterna vontade de ser.
Estou como estou, por essa besta, e feia mania de só lutar por aquilo que sei que alcançarei.
Quem sabe mudo?
Erro irracional. Imoral. Imortal. Mortal.
Faço se tiveres vontade, beijo se me quiseres. Amo explicitamente se me amares em segredo. Te zelo se aceitar proteção. Te bajulo quando te enaltece.
Por que não lutar, mesmo que sozinho, mesmo que batendo com a cara no muro, quando se tem a vontade, quando vem o desejo, os dedos?
Acho que é meu dilema de vida. Luto por tudo, desde que dependa somente de mim, vou atrás, batalho, conquisto. Sou o que sou por essa minha eterna vontade de ser.
Estou como estou, por essa besta, e feia mania de só lutar por aquilo que sei que alcançarei.
Quem sabe mudo?
domingo, 22 de setembro de 2013
O mal sentimental do século
Vivemos comparando nossas tristezas, nossas infelicidades, nossos momento ruins com nossas alegrias, nossas felicidades e nosso momentos bons, nos deprimindo para depois ficarmos felizes, como se a nossa felicidade dependesse dos nossos momentos infelizes.
Existem tantas formas de sermos felizes, de buscarmos a felicidade. Nas formas elaboradas ou nos sonhos mais simples. Nos nomes das figuras ou nas histórias nelas criadas. No fazer o outro feliz, no ver o outro feliz, no ser feliz. Ser feliz, se sentir feliz, trás a felicidade para nós.
Ser feliz por tirar de uma conversa, um texto, algumas teorias, talvez uma tese, sobre felicidade e a busca dela. Descobrir o mal sentimental do século enquanto houve uma amiga.
Como se buscássemos a felicidade somente para cobrir ou suprir, abafar a infelicidade.
Cometemos assim, o mal sentimental do século.
Buscar a felicidade em cima de nossas tristezas, como se quiséssemos mostrar para ela que estamos bem, assim como quando nos exibimos para nossos desafetos, para mostrarmos que estamos por cima, nos faz mal.
Existem tantas formas de sermos felizes, de buscarmos a felicidade. Nas formas elaboradas ou nos sonhos mais simples. Nos nomes das figuras ou nas histórias nelas criadas. No fazer o outro feliz, no ver o outro feliz, no ser feliz. Ser feliz, se sentir feliz, trás a felicidade para nós.
Ser feliz por tirar de uma conversa, um texto, algumas teorias, talvez uma tese, sobre felicidade e a busca dela. Descobrir o mal sentimental do século enquanto houve uma amiga.
Buscai a felicidade, pela felicidade. Por causa da felicidade. Por causa de nós. Buscai a felicidade sem motivos, apenas pelo motivo de ser feliz. Apenas para sermos felizes.
Não usaremos da felicidade para abafar a tristeza, pois estamos dando valor à elas, estamos dando motivos para que elas continuem sendo tristeza.
Usaremos da felicidade, para sermos felizes.
Viu, é melhor sermos felizes pensando e criando felicidades do que resgatado tristezas.
Quando estivermos perdidos, sem saber o que faremos da vida, VIVA, apenas
sábado, 7 de setembro de 2013
Do cheiro
O cheiro do couro
Mistura-se ao próprio perfume da pele
Que chega a mim
Soprado pelos ventos do poema de Cecília
O cheiro, vem com gosto de indiferença
Diferença
Diferente
Difere
Interfere
Fere
Gosto de mágoa
Magoa.
Mistura-se ao próprio perfume da pele
Que chega a mim
Soprado pelos ventos do poema de Cecília
O cheiro, vem com gosto de indiferença
Diferença
Diferente
Difere
Interfere
Fere
Gosto de mágoa
Magoa.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Sonhe...
O que importa é acreditar, e querer, pois tudo pode aquele que sonha, aquele que quer, aquele que acredita que deve continuar a sonhar, aquele que sonha acreditando no que quer.
Tudo pode aquele que acredita nas utopias realizadas, nas estrelas alcançadas, na distância entre elas encurtadas, pela simples arte de sonhar.
Pela simples arte de acreditar, pela simples arte de concretizar.
Tudo pode aquele que não desiste dos sonhos e dobra a aposta para se realizar, para realizar, regojizar, seja em sonho, seja realidade.
Sonhamos.
Queremos.
Acreditamos
Realizamos.
Concretizamos.
Mas continuaremos sonhando, pois este é o segredo, o combustível, o antagonista das utopias. O mais poderoso de todos os poderes ao alcance do homem. O sonho.
Sonhe, e viverás...
Tudo pode aquele que acredita nas utopias realizadas, nas estrelas alcançadas, na distância entre elas encurtadas, pela simples arte de sonhar.
Pela simples arte de acreditar, pela simples arte de concretizar.
Tudo pode aquele que não desiste dos sonhos e dobra a aposta para se realizar, para realizar, regojizar, seja em sonho, seja realidade.
Sonhamos.
Queremos.
Acreditamos
Realizamos.
Concretizamos.
Mas continuaremos sonhando, pois este é o segredo, o combustível, o antagonista das utopias. O mais poderoso de todos os poderes ao alcance do homem. O sonho.
Sonhe, e viverás...
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Essa mania...
As vantagens de ser um eterno apaixonado, é não estar apaixonado por ninguém, mas poder sentir queimar a cada novo olhar, a cada toque, a cada beijo.
Arrepiar com cada caricia despretensiosa, suspirar ao vê-la, abraçar-te como se o mundo fosse acabar depois do último beijo e desejar poder dar aquele bom dia, com sussurros no ouvido do coração todas as manhãs frias, e nas quentes também.
Poder sentir um frio na barriga por ver-se deixado de lado por causa de suas amigas. É ruborizar a face quando me olha de maneira reconfortante, como quem diz, depois eu te pego.
Ter palpitações em chegar e não te ver, mas avançar para a taquicardia quando chega de surpresa. Se arrepender de não ter te beijado naquele tchau ou naquela noite, no verão.
Pensar em todos os verões, de todas as noites, e das duas últimas manhãs.
Vantagens de revelar o segredo do porquê escrevo, continuar escrevendo, desconversar na escrita os motivos e me contradizer dizendo que sou um eterno apaixonado, mas afirmar não estar apaixonado por ninguém.
Essa minha mania de aproveitar as situações, e fazer tudo virar texto... Até que eu acorde do sonho acordado e volte a dormir.
Arrepiar com cada caricia despretensiosa, suspirar ao vê-la, abraçar-te como se o mundo fosse acabar depois do último beijo e desejar poder dar aquele bom dia, com sussurros no ouvido do coração todas as manhãs frias, e nas quentes também.
Poder sentir um frio na barriga por ver-se deixado de lado por causa de suas amigas. É ruborizar a face quando me olha de maneira reconfortante, como quem diz, depois eu te pego.
Ter palpitações em chegar e não te ver, mas avançar para a taquicardia quando chega de surpresa. Se arrepender de não ter te beijado naquele tchau ou naquela noite, no verão.
Pensar em todos os verões, de todas as noites, e das duas últimas manhãs.
Vantagens de revelar o segredo do porquê escrevo, continuar escrevendo, desconversar na escrita os motivos e me contradizer dizendo que sou um eterno apaixonado, mas afirmar não estar apaixonado por ninguém.
Essa minha mania de aproveitar as situações, e fazer tudo virar texto... Até que eu acorde do sonho acordado e volte a dormir.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Se minhas coronárias fossem mais velhas
Agora, um pouco de ciência médica... Um infarto agudo do miocárdio, para os íntimos, IAM, é quando uma parte do músculo cardíaco deixa de ser irrigado por sangue, logo deixa de ser oxigenado e então, dói, pois o coração nada mais é que um músculo que dói quando falta oxigênio.
Um IAM em pessoas mais velhas, acima dos 50 anos, por ai, é menos perigoso se eu, com 20 anos, tivesse um. Isto porque as coronárias, que são as artérias que irrigam o coração, com o tempo, aprender a criar atalhos, saídas para pequenas obstruções. Um coração jovem, não tem dessas artimanhas. Um infarto num coração de 20 anos seria fatal.
Agora, pensem comigo, falando metaforicamente, com licença poética para dizer que o coração tem formato "S2". O tempo, as experiências, nos dão conhecimento e táticas para nos livrar-nos dos infartos da vida, poeticamente falando, claro.
Vai se vivendo, vendo, aprendendo e acontecendo. Criando pontes em nossas coronárias, para desviar o fluxo sanguíneo da área obstruída por aquela infeliz agregação plaquetária que tem nomes, sobrenomes e tons de cabelo.
Me perguntam, e muitas vezes, se estou apaixonado, sempre tenho a resposta na ponta da língua: sou um eterno apaixonado. Me perguntaram qual o sinal que dou quando estou apaixonado. Escrevo. Se deixar de estar apaixonado, deixarei de escrever, ai sim eu infarto.
A eterna paixão vem das minhas coronárias, que são novas e não se importam com as isquemias que provocam no músculo cardíaco.
Se minhas coronárias fossem mais velhas, queria que fossem como são hoje, permitindo esta magia de se apaixonar a cada beijo, a cada lembrança de olhar, a cada mordiscada nos lábios.
E por que não?
Criando pontes, acaba-se esta magia, entra na monotonia, na seriedade do compromisso, na aliança social, no comprometimento social e familiar.
Já me disseram que me apaixono fácil. E posso discordar? Talvez sim, talvez não. Talvez eu nunca deixe de estar apaixonado o que não significa que tenha uma "agregação plaquetária" em especial.
Se apaixonar pelo beijo dado escondido
pelo chamado sem vergonha
pelas mordidas dada nos lábios
pelos beijos sem jeito
pelos carinhos na nuca
pelo medo de sermos descobertos
pelo gostoso do escondido.
Pelo olhar de quem quer deixar de ser menina
pela magia do tempo
pelo tempo de espera
pelo pouco tempo descontado
pela lembrança do pouco tempo
pela vontade de mais uma dose.
Se apaixonar para viver, viver se apaixonando. Viver apaixonado. Viver escrevendo.
Se minhas coronárias fossem mais velhas, se elas criassem pontes, talvez eu nem escreveria, talvez nem começasse este texto. Não teria assunto. Teria menos insônia, mais noites bem dormidas, menos pensamentos alheios, menos distrações. Menos paixões.
É, não, deixa elas assim, novas, sem o conhecimento do desvio de fluxo, sem conhecer os atalhos. Eu gosto de escrever e gosto mais ainda, de me apaixonar.
Um IAM em pessoas mais velhas, acima dos 50 anos, por ai, é menos perigoso se eu, com 20 anos, tivesse um. Isto porque as coronárias, que são as artérias que irrigam o coração, com o tempo, aprender a criar atalhos, saídas para pequenas obstruções. Um coração jovem, não tem dessas artimanhas. Um infarto num coração de 20 anos seria fatal.
Agora, pensem comigo, falando metaforicamente, com licença poética para dizer que o coração tem formato "S2". O tempo, as experiências, nos dão conhecimento e táticas para nos livrar-nos dos infartos da vida, poeticamente falando, claro.
Vai se vivendo, vendo, aprendendo e acontecendo. Criando pontes em nossas coronárias, para desviar o fluxo sanguíneo da área obstruída por aquela infeliz agregação plaquetária que tem nomes, sobrenomes e tons de cabelo.
Me perguntam, e muitas vezes, se estou apaixonado, sempre tenho a resposta na ponta da língua: sou um eterno apaixonado. Me perguntaram qual o sinal que dou quando estou apaixonado. Escrevo. Se deixar de estar apaixonado, deixarei de escrever, ai sim eu infarto.
A eterna paixão vem das minhas coronárias, que são novas e não se importam com as isquemias que provocam no músculo cardíaco.
Se minhas coronárias fossem mais velhas, queria que fossem como são hoje, permitindo esta magia de se apaixonar a cada beijo, a cada lembrança de olhar, a cada mordiscada nos lábios.
E por que não?
Criando pontes, acaba-se esta magia, entra na monotonia, na seriedade do compromisso, na aliança social, no comprometimento social e familiar.
Já me disseram que me apaixono fácil. E posso discordar? Talvez sim, talvez não. Talvez eu nunca deixe de estar apaixonado o que não significa que tenha uma "agregação plaquetária" em especial.
Se apaixonar pelo beijo dado escondido
pelo chamado sem vergonha
pelas mordidas dada nos lábios
pelos beijos sem jeito
pelos carinhos na nuca
pelo medo de sermos descobertos
pelo gostoso do escondido.
Pelo olhar de quem quer deixar de ser menina
pela magia do tempo
pelo tempo de espera
pelo pouco tempo descontado
pela lembrança do pouco tempo
pela vontade de mais uma dose.
Se apaixonar para viver, viver se apaixonando. Viver apaixonado. Viver escrevendo.
Se minhas coronárias fossem mais velhas, se elas criassem pontes, talvez eu nem escreveria, talvez nem começasse este texto. Não teria assunto. Teria menos insônia, mais noites bem dormidas, menos pensamentos alheios, menos distrações. Menos paixões.
É, não, deixa elas assim, novas, sem o conhecimento do desvio de fluxo, sem conhecer os atalhos. Eu gosto de escrever e gosto mais ainda, de me apaixonar.
sábado, 24 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Do acontecer
E quando vê, só precisamos do momento certo e então, acontece. Simples assim. Bom dia...
sábado, 17 de agosto de 2013
Medos de um recém formado
Todo mundo deve ter este pensamento quando chega ao fim, uma etapa de suas vidas, eu, tive hoje..
"Nossas amizades, nosso ciclo de amizade de hoje, possivelmente é diferente da que tínhamos 5 ou 10 anos atrás".
Li essa frase em mais um texto genial, de um blog que acompanho e recomendo, o Entenda os Homens, muito bom mesmo. Lia um texto sobre a entropia, nas pessoas, enfim, só pra servir de introdução para o meu este post mesmo, nada muito a ver.
Detalhe, a música de fundo era Pais e Filhos.
Começou a vir um turbilhão de coisas na minha cabeça, desde a capacidade de mudança dos indivíduos até as amizades de infância que hoje estão perdidas.
A algumas semanas, uma grande amiga minha, lá do ensino fundamental, veio falar comigo. Fazia realmente muito tempo que não nos falávamos e isto que eramos inseparáveis nos tempos de escola. Mas por isto ou aquilo, acabamos por nos afastar. Mas amizade que é amizade, sempre vive.
Lembramos dos tempos antigos, contamos as novidades da vida, emprego, vida profissional, pessoal. Combinamos que marcaríamos algo, para relembrar os velhos tempos, conversar e rir como fazíamos, tocar um bom violão. Não nos falamos mais, mais a ideia ainda está em pé, e quero que nos encontremos logo.
Ai comecei a pensar, por que as pessoas tem que passar por nossas vidas, e depois se afastar? Por que não continuamos com os mesmos ciclos de amizades? Claro que novas amizades são importantes. Fiz amigos simplesmente genais nestes últimos dois anos, desde o pré-vestibular até o curso técnico.
De repente, me veio vários medos a mente. Hoje mesmo, quando parabenizava duas amigas, amigas mais que colegas, pela vaga conquistada em uma grande Instituição de saúde da Capital, falava para elas não me abandonarem, para não nos afastarmos. Elas me prometeram o mesmo, que se cumpra a promessa.
Tenho tantas pessoas especias, que de repente me bateu este medo de perde-las.
No ensino médio, por exemplo. Ainda encontro com alguns colegas, mas as minhas melhores amigas, por exemplo, tenho pouco contato. Por quê? Por que é tão difícil manter o cultivo dessas amizades?
Meu irmão, meu melhor amigo, com quem sempre dividi tudo e mais um pouco, vejo ele quase nunca. Sinto falta deste convívio.
A minha resposta, foi por preguiça. Sim. Temos preguiça, combinamos e combinamos e nunca marcamos nada. Correria com faculdade, cursos técnicos, vida pessoal, emprego, acaba nos cansando. Isso faz mal.
Hoje em dia, tenho pessoas mais do que especiais na minha vida. Continuo com meus, agora, colegas de profissão, que foram as minhas últimas aquisições em termos de amizades. Minha cabeça gira quando penso que amanhã ou depois, pode estar fazendo um ano, dois anos que nos formamos e não nos falamos mais. Vou fazer de tudo para que isso não aconteça. Dou a minha palavra.
E como vai ser depois destes anos de formado? E como vai ser depois do vestibular?
Outro lugar de adquirir amizades, o pré-vestibular, hoje as pessoas mais próximas de mim, com quem divido cada detalhe, desde a conquista do primeiro emprego, até o ponto de mandar uma foto do meu carimbo novo ou da minha carteira do Conselho.
Será que vamos nos perder assim também? Ou será que as amizades no mundo dos adultos são mais fáceis de ser mantida?
O fato é que me bateu um medo, repentino, desta "perda", de amanhã não ter mais estas pessoas tão especiais pra mim. E sei que não são de momentos, são para a vida.
Uns continuarei encontrando pelos corredores do Hospital, outros em cursos, simpósios, semanas de Enfermagem. Uns, teremos que largar de mão a preguiça, levantar a bunda da cadeira do computador, e ir atrás deles. Outros, espero almoçar todos os dias nos RU's da vida.
Não importa como, não importa o esforço, todo é válido, porque amizade é uma coisa eterna, e é de verdade. Logo, nunca morrerá.
"Nossas amizades, nosso ciclo de amizade de hoje, possivelmente é diferente da que tínhamos 5 ou 10 anos atrás".
Li essa frase em mais um texto genial, de um blog que acompanho e recomendo, o Entenda os Homens, muito bom mesmo. Lia um texto sobre a entropia, nas pessoas, enfim, só pra servir de introdução para o meu este post mesmo, nada muito a ver.
Detalhe, a música de fundo era Pais e Filhos.
Começou a vir um turbilhão de coisas na minha cabeça, desde a capacidade de mudança dos indivíduos até as amizades de infância que hoje estão perdidas.
A algumas semanas, uma grande amiga minha, lá do ensino fundamental, veio falar comigo. Fazia realmente muito tempo que não nos falávamos e isto que eramos inseparáveis nos tempos de escola. Mas por isto ou aquilo, acabamos por nos afastar. Mas amizade que é amizade, sempre vive.
Lembramos dos tempos antigos, contamos as novidades da vida, emprego, vida profissional, pessoal. Combinamos que marcaríamos algo, para relembrar os velhos tempos, conversar e rir como fazíamos, tocar um bom violão. Não nos falamos mais, mais a ideia ainda está em pé, e quero que nos encontremos logo.
Ai comecei a pensar, por que as pessoas tem que passar por nossas vidas, e depois se afastar? Por que não continuamos com os mesmos ciclos de amizades? Claro que novas amizades são importantes. Fiz amigos simplesmente genais nestes últimos dois anos, desde o pré-vestibular até o curso técnico.
De repente, me veio vários medos a mente. Hoje mesmo, quando parabenizava duas amigas, amigas mais que colegas, pela vaga conquistada em uma grande Instituição de saúde da Capital, falava para elas não me abandonarem, para não nos afastarmos. Elas me prometeram o mesmo, que se cumpra a promessa.
Tenho tantas pessoas especias, que de repente me bateu este medo de perde-las.
No ensino médio, por exemplo. Ainda encontro com alguns colegas, mas as minhas melhores amigas, por exemplo, tenho pouco contato. Por quê? Por que é tão difícil manter o cultivo dessas amizades?
Meu irmão, meu melhor amigo, com quem sempre dividi tudo e mais um pouco, vejo ele quase nunca. Sinto falta deste convívio.
A minha resposta, foi por preguiça. Sim. Temos preguiça, combinamos e combinamos e nunca marcamos nada. Correria com faculdade, cursos técnicos, vida pessoal, emprego, acaba nos cansando. Isso faz mal.
Hoje em dia, tenho pessoas mais do que especiais na minha vida. Continuo com meus, agora, colegas de profissão, que foram as minhas últimas aquisições em termos de amizades. Minha cabeça gira quando penso que amanhã ou depois, pode estar fazendo um ano, dois anos que nos formamos e não nos falamos mais. Vou fazer de tudo para que isso não aconteça. Dou a minha palavra.
E como vai ser depois destes anos de formado? E como vai ser depois do vestibular?
Outro lugar de adquirir amizades, o pré-vestibular, hoje as pessoas mais próximas de mim, com quem divido cada detalhe, desde a conquista do primeiro emprego, até o ponto de mandar uma foto do meu carimbo novo ou da minha carteira do Conselho.
Será que vamos nos perder assim também? Ou será que as amizades no mundo dos adultos são mais fáceis de ser mantida?
O fato é que me bateu um medo, repentino, desta "perda", de amanhã não ter mais estas pessoas tão especiais pra mim. E sei que não são de momentos, são para a vida.
Uns continuarei encontrando pelos corredores do Hospital, outros em cursos, simpósios, semanas de Enfermagem. Uns, teremos que largar de mão a preguiça, levantar a bunda da cadeira do computador, e ir atrás deles. Outros, espero almoçar todos os dias nos RU's da vida.
Não importa como, não importa o esforço, todo é válido, porque amizade é uma coisa eterna, e é de verdade. Logo, nunca morrerá.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Pela vontade de escrever
Hoje, já não mais evito os ônibus, com medo de te encontrar. Até os procuro, pra ver do que poderia dar.
Não tenho mais medo, já não me calafrios quando penso em ti. Quando penso que posso te encontrar nestes ônibus.
Alguns dirão que escreve por saudade.
Sempre querendo saber mais de mim do que eu próprio. Do que eu sinto. Ou do que eu nem sinto mais.
Digo que escrevo porque me deu vontade. Simples. Sempre foi este o motivo para escrever. A vontade. Vontade de que me veja, e perceba com estou bem.
Feliz, por que não.
A felicidade está quando alcançamos o equilíbrio.
Com um peso a mais, nunca seria possível.
A felicidade não está quando guardamos aquilo que nos deixa infelizes. Guardar os motivos faz com que damos combustível para a infelicidade.
A felicidade está, quando conseguimos lembrar, e não sentirmos remorso, raiva, inquietude, angustia e nem saudade. Fica só o sentimento de que passou. E mudamos. E sobrevivemos.
E estamos bem. Feliz.
Não tenho mais medo, já não me calafrios quando penso em ti. Quando penso que posso te encontrar nestes ônibus.
Alguns dirão que escreve por saudade.
Sempre querendo saber mais de mim do que eu próprio. Do que eu sinto. Ou do que eu nem sinto mais.
Digo que escrevo porque me deu vontade. Simples. Sempre foi este o motivo para escrever. A vontade. Vontade de que me veja, e perceba com estou bem.
Feliz, por que não.
A felicidade está quando alcançamos o equilíbrio.
Com um peso a mais, nunca seria possível.
A felicidade não está quando guardamos aquilo que nos deixa infelizes. Guardar os motivos faz com que damos combustível para a infelicidade.
A felicidade está, quando conseguimos lembrar, e não sentirmos remorso, raiva, inquietude, angustia e nem saudade. Fica só o sentimento de que passou. E mudamos. E sobrevivemos.
E estamos bem. Feliz.
terça-feira, 30 de julho de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
sábado, 20 de julho de 2013
Feliz dia do Amigo
Escrevo sobre amores passados, paixões presentes e romances futuros. Escrevo sobre minha profissão. Pensamentos, devaneios, sonhos, delírios. Por que não então escrever sobre amizade.
Existe amor mais puro e verdadeiro? Um amor que toma pra si a pessoa amiga e desta nunca queremos ficar longe, por mais que a distância muita vezes seja inevitável. Mas mesmo de longe, é amizade.
Nunca morre. Fere. Machuca. Cansa, as vezes. Enjoa. Mas se é amizade, nunca acaba. E como sabemos que nunca acaba?
Sei que se torna clichê escrever sobre amizade em momento tão obvio, mas me aproveitarei assim mesmo.
Relacionamento este que me encanta, pois o amor, enfim existe. Existe ao ponto de brigarmos e mesmo de mau um com outro, nos procurarmos. Existe ao ponto de passar pelos piores momentos e mesmo assim continuar lado a lado. Existe mesmo se passando anos. Existe mesmo após minutos, sim, amizade a primeira vista existe e quando vimos, nos tornamos confidente, conselheiro, inseparáveis. Quem nunca? Existe nos momentos ruins. Existe nos momentos bons. Existe nos momentos, não importa como eles sejam. Existe.
Todos já falaram, Vinicius, Roberto, Chico, Luiz, Érico... Nós falamos.
Não quero ter um milhão de amigos, quero ter vocês. Não me interessa números, o que interessa é vocês.
Sem vocês, eu nada seria.
Feliz dia do Amigo.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
... tão inocente quanto as paixões do colegial...
... tão inocente quanto as paixões do colegial...
Imagine que o mais simples entrelaçar de pernas, pode fazer o maior alvoroço no teu peito. Taquicardia mesmo, daquelas que tu tem medo de que a pessoa do teu lado posso ouvir, literalmente, os teus batimentos ou "pulos"do teu coração.
No leve tocar de dedos, nas brincadeiras distraídas e despretensiosas que te causam rubores de te deixar envergonhado, e assim, mais vermelho ainda ficas.
Me surpreende que isso ainda possa acontecer, me surpreende que isso exista de verdade, fora dos tempos de mocidade, de crianças... Fora dos tempos de paixonites.
E quem nos disse que estamos fora dos tempos de paixonites? Não se pode ter idade para tal maravilha no mundo dos amores.
É tão surpreendente o que a pessoa sente, que tu nem pensa em um dia ter de outra maneira o outro, o sentimento basta, a presença basta. Ela estar do teu lado, basta.
É tão surpreendente o que a pessoa sente, que tu nem pensa em um dia ter de outra maneira o outro, o sentimento basta, a presença basta. Ela estar do teu lado, basta.
Penso, digo, pensava, agora tenho certeza, apesar da obviedade, que não existe melhor sentimento que aquele que te traga algum bem, aquele bem que tu não precisa se preocupar em ter ou em procurar, aquele bem que a pessoa talvez nem imagine, mas ela te causa, algum tipo de bem, e isso basta para sermos felizes.
Para ser feliz.
... tão inocente quanto as paixões do colegial...
Sim, ainda acontece. Acredite.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Olhares
Ele deita a cabeça sobre o colo dela, e a encara, de baixo para cima. Pensou em citar Hamlet, na melhor das ironias shakespeariana, mas não era o momento e a piada já lhe era antiga. Quis então falar-lhe um de seus textos, aqueles em forma de poema, aqueles que ele escrevia para ela, mas não contava à ninguém, nem à ela, mas nunca se lembrava de seus próprios escritos. Tentou compor alguma coisa ali mesmo, na hora, afinal, a sua inspiração estava personificada, e ele, no colo dela. Foi em vão, olhar nos seus olhos era a mais pura poesia, e não quis competir com ela. Sabia que não tinha chance.
Ficar ali, certamente lhe renderiam bons textos, logo após, assim que encontrasse caneta e papel, mas agora, inútil era, a concentração estava somente para as estrelas em seus olhos.
Olhar assim, para ela, ela difícil, quase que inviável para ele, não conseguia, olhar nos olhos de qualquer outra, era fácil, não não nos olhos dela. Talvez por medo do que eles pudessem revelar, talvez pela timidez que o atacava nos momentos onde ela deveria sumir. Talvez o medo de olhar lhe olhar nos olhos, era simplesmente de não querer acordar do sonho. Sim, já tentou olhar nos olhos de alguém durante um sonho, aquele sonho que parece realidade, até tu enxergar os olhos das pessoas, por que ali eles não estão.
Olhos são a alma das pessoas, tudo está neles, seus sentimentos, seus medos, seus anseios, seus desejos e até os seu amores. Ali morava o perigo, ele não queria saber de seus amores, ele queria ser o seu amor, ele queria estar nos olhos dela, mas no sonho, olhos não tinham, e na realidade, bom, na realidade, quem sabe...
Ficar ali, certamente lhe renderiam bons textos, logo após, assim que encontrasse caneta e papel, mas agora, inútil era, a concentração estava somente para as estrelas em seus olhos.
Olhar assim, para ela, ela difícil, quase que inviável para ele, não conseguia, olhar nos olhos de qualquer outra, era fácil, não não nos olhos dela. Talvez por medo do que eles pudessem revelar, talvez pela timidez que o atacava nos momentos onde ela deveria sumir. Talvez o medo de olhar lhe olhar nos olhos, era simplesmente de não querer acordar do sonho. Sim, já tentou olhar nos olhos de alguém durante um sonho, aquele sonho que parece realidade, até tu enxergar os olhos das pessoas, por que ali eles não estão.
Olhos são a alma das pessoas, tudo está neles, seus sentimentos, seus medos, seus anseios, seus desejos e até os seu amores. Ali morava o perigo, ele não queria saber de seus amores, ele queria ser o seu amor, ele queria estar nos olhos dela, mas no sonho, olhos não tinham, e na realidade, bom, na realidade, quem sabe...
O sentido dos sentimentos
Fico me
perguntando como deixei isso acontecer? Mas será que podemos escolher quando
vai acontecer? Ou será que esse pensamento não acaba interferindo no
acontecimento em si? O pensamento de, “nossa, acho que está acontecendo, mas
não vou pensar em nada, o que tiver que ser será...’. O que tiver que ser será
o cacete, quando pensamos assim, já estamos pensando que aconteça, e sim, pensamento tem poder. Ou será que pensamos
assim porque já aconteceu?
Como
definir o momento do acontecimento? Seria a mesma coisa que tentar responder
com certeza o momento que o homem tornou-se enfim, bípede. Indefinível. Talvez
o indefinível, torne tudo real. Natural, natural é a palavra. Mas o natural já
estava no pensamento, estava até nos poemas, aquele papo de que nada mais
acontece tão naturalmente com antes, um desejo do próprio subconsciente em
fazer a “naturalidade” acontecer, logo, não é mais natural.
Amar
é cumprir uma promessa mesmo assim. Seria essa a definição do amor verdadeiro?
Não nos questionaremos do amor, não, do amor não, falaremos somente de
sentimentos, mas qual? Ah, eterna dúvida, eterna dúvida. Não gosto de
nomeá-los, não, sentimentos existem, se é que eles existem, para serem
sentidos, não para darmos nomes. As pessoas passam mais tempo tentar criar uma nomenclatura
do que propriamente sentido seus sentimentos. O sentimento está para mim como a
literatura, a música, não cabe a essas belas artes rótulos, nomes, estilos,
escolas e etc., cabe a elas serem apreciadas, deliciadas, vividas. Cabe ao
sentimento, ser vivido, e intensamente.
Só
darei nomes aos meus sentimentos, quando as últimas contrações do meu músculo
cardíaco forem sentidas, ai eu poderei responder-lhes, ai, talvez, eu poderei
nomear-los. Mas não lhes garanto, pois se podem passar uma, duas, três vidas
sem darmos nomes ao que sentimos. E este sente, este vive o sentimento. Este
vive.
Por
fim, ficaremos com aquele verso já citado e aquela frase já famosa: Que tudo
aconteça naturalmente, mesmo que já estejamos interferindo, inconscientemente
ou consciente mesmo, tenho cá minhas suspeitas e que o que for pra ser será,
mesmo que não seja, ou seja, enfim... O sentimento, por fim, está sendo
sentido, pois esse é o princípio dele, o sentido, se vai ser vivido, não cabe a
nós saber, afinal, deixaremos ao natural...
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Penoso de Saudade
Ao ver o autor descrevendo Flora,
mesmo sem os traços em comum,
a única imagem que me formava, era a tua.
Penoso de saudade.
Nos campos, entre uma pedalada e outra,
entre uma embalada e outra, te via ao meu lado
mesmo sem a menor semelhança com a acompanhante.
Penoso de saudade.
No sonho, no meu mundo dos sonhos,
no meu inimaginável envoltório imaginário,
te via
apesar que não te tinhas
mas o olhar, a paixão basta.
Basta para acabar-me as saudades,
ou dela aumentar.
O olhar, a minha paixão basta, ainda.
E na eternidade das horas, dos dias...
Na eternidade das paixões puras...
mesmo sem os traços em comum,
a única imagem que me formava, era a tua.
Penoso de saudade.
Nos campos, entre uma pedalada e outra,
entre uma embalada e outra, te via ao meu lado
mesmo sem a menor semelhança com a acompanhante.
Penoso de saudade.
No sonho, no meu mundo dos sonhos,
no meu inimaginável envoltório imaginário,
te via
apesar que não te tinhas
mas o olhar, a paixão basta.
Basta para acabar-me as saudades,
ou dela aumentar.
O olhar, a minha paixão basta, ainda.
E na eternidade das horas, dos dias...
Na eternidade das paixões puras...
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Inexplicável
Inexplicável, é agora o que se passa. Sem saber a definição da palavra, mas lembrando da resposta dada pelo conselheiro, defino-me como inexplicável, em sentimentos.
Os olhos nada me falam, ou ignoro-os sem querer, mas termino a obra e a deixo explicável , no meu envoltório inexplicavelmente imaginário.
Os olhos nada me falam, ou ignoro-os sem querer, mas termino a obra e a deixo explicável , no meu envoltório inexplicavelmente imaginário.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Do sempre
Sempre fui melhor escrevendo do que falando...
Sempre fui melhor escrevendo do que fazendo...
Sempre escrevo melhor me apaixonando...
terça-feira, 2 de julho de 2013
Como o Barão de Santos
Como o Barão de Santos, arquiteto, estudo, crio situações, dirijo cenas, escrevo roteiros... Pena que estes ficam solo, no meu envoltório imaginário.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Dos acontecimentos
Nada mais acontece e acontecerá tão naturalmente como um dia aconteceu... O jeito é se conformar e criar meios, senão a seleção natural te extingue.
domingo, 23 de junho de 2013
Lugar do infinito
Assinaturas na capa do caderno
Anotações na palma da mão.
Me destes a chave do teu coração
Essa, coloquei em um cordão.
Amarrei ao tornozelo
Junto com aquele barbante vermelho,
Onde coloco tudo o que desejo que seja infinito...
Anotações na palma da mão.
Me destes a chave do teu coração
Essa, coloquei em um cordão.
Amarrei ao tornozelo
Junto com aquele barbante vermelho,
Onde coloco tudo o que desejo que seja infinito...
sábado, 22 de junho de 2013
Gavetinhas do coração
Com a chave do teu coração
abri uma gavetinha.
De dentro tirei inspiração
pra escrever um poeminha.
E nele te digo, estendendo a minha mão
que também já tens o meu coração.
E nele não uso chaves, mas sim segredo
que com simples desejo, a ti é revelado.
Em noite estrelado, ou em dia nublado
Sempre me terás do teu lado.
abri uma gavetinha.
De dentro tirei inspiração
pra escrever um poeminha.
E nele te digo, estendendo a minha mão
que também já tens o meu coração.
E nele não uso chaves, mas sim segredo
que com simples desejo, a ti é revelado.
Em noite estrelado, ou em dia nublado
Sempre me terás do teu lado.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Das latidas cardíacas
Nos tocamos, mãos, corpos, rostos, olhos... Corações.
Corações se tocam, batem. Corações latem.
Te cardioconverto. Fibrila.
Será que um dia saímos desta assistolia?
Enquanto não sei a resposta, sigo escrevendo. Escrever é bom...
Corações se tocam, batem. Corações latem.
Te cardioconverto. Fibrila.
Será que um dia saímos desta assistolia?
Enquanto não sei a resposta, sigo escrevendo. Escrever é bom...
domingo, 16 de junho de 2013
Das utopias (de Quintana)
Da utopia para a realidade, só o que separa é a força de vontade, o querer, o fazer, o realizar, o acreditar... Sinta vontade, queira, faça, realize, acredite... Sonhe. Os sonhos sempre se tornarão realidades se sempre acreditar neles e deles nunca desistir.
sábado, 15 de junho de 2013
Da solidão
Usai da solidão para amar a nós mesmos, pois sucesso não teremos na tentativa de futuros amores se não nos respeitarmos e nos amarmos antes.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Simples do acontecer
Um sorriso bobo no canto da boca aparece
Me pergunta o porquê
Nem sei te responder
Acontece, assim
No mais simples do acontecer
Da maneira que tem que ser
Sem se esperar
Sem se escolher
Simplesmente no mais simples do acontecer.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Faça.
Porquê não sair desse envoltório imaginário da minha mente girante e obcecante e deixar tudo de lado para viver como tens que se viver? Sair desse envoltório de medo, medo de arriscar, medo de ser feliz, medo de machucar, medo de errar (de novo) na escolha, nos atos, nos pecados.
Sair da dúvida, da tensão, do sim e do não e deixar o coração bater por um motivo, por uma ação, por um feito, não somente por um pensamento, por uma imaginação, mesmo que a realidade esteja na nossa frente. Deixar que as taquicardias sejam provocadas já nos lábios e não sem tocá-los.
Agir sem medo das consequências, sem medo no que vamos pensar amanhã, dizer amanhã, fazer amanhã. Agir pensando no que se sente agora, na tua frente. Não que tenhamos que ser precipitados, mas ficar escrevendo e pensando no que poderia ter feito...
Se é para se arrepender que nos arrependamos de ter feito.
Ficar no pensamento é pior.
Escrever por ter ficado no pensamento, na vontade, é pior.
Tem vontade? Faça. Se não der, pelo menos tentamos.
Façamos das nossas vontades, nossas realidades. Das nossas taquicardias, nossas melhores taquicardias. Tenhamos hoje dispneias de beijos. Amanhã, sudoreses de amor. Nos arrependamos por motivos, não reclamemos do arrependimento de não termos feito.
terça-feira, 11 de junho de 2013
"Dos"
Dos cabelos que reluzem ao brilho do Sol
Dos olhos que me lembram o verde do Mar
Do perfume que faz me esquecer de todas as Flores
Do sorriso que aos poucos vai se abrindo
Da mão que não toquei
Dos lábios que não beijei
Mas do desejo que te revelei...
Dos olhos que me lembram o verde do Mar
Do perfume que faz me esquecer de todas as Flores
Do sorriso que aos poucos vai se abrindo
Da mão que não toquei
Dos lábios que não beijei
Mas do desejo que te revelei...
sábado, 8 de junho de 2013
A Arte da Conquista 2 - Distância Social
Redes sociais, tendem a aproximação das pessoas e de fato funciona. Pessoas se conhecem, viram amigas, se conhecem mais, viram mais que amigos, namorados, ficantes, até se casam. Eu conheço um casal que se conheceram pela rede e hoje são muito bem casados, mas enfim, ela aproxima, mas também distancia... Distancia do calor.
Quem aqui não se sente mais seguro, mais confiante, mais "soltinho' falando com alguém pelo computador? É mais fácil, aproxima mas tem a distância que tira toda a nossa inibição, nos sentimos mais a vontades de se aprochegar, mesmo que seja tocando só as teclas de um computador e brilhando os olhos pela tela do mesmo. Mas e chegar no cara a cara, pegando na mão, olhando nos olhos e brilhar pelo mesmo?
A falta desse calor, faz com que se perca o encanto e eu ainda acredito nele, apesar de ser dessa população que se "solta' com um teclado na mão, esse Blog é a prova disso, mas enfim.
Mas por que não fazer esse encanto renascer? Como? Tentando.
Desligue o computador, mas continue escrevendo, tem uma coisa chamada caneta e papel, sim, ainda existe, escreva um carta, existe pedaço de papel com mais calor do que uma carta escrita a próprio punho? O problema é quem receber a minha, mas se ficar difícil eu mesmo a leio, sim, a minha letra é complicada. Desligue o computador e chame para sair mais de pertinho, ligue, a voz é uma coisa quente também, e quando chegar perto, use-a, no ouvido, em tons baixinhos. Vai ser melhor do que ficar falando bobagens pelo chat do Facebook ou simplesmente ficar escrevendo aqui.
Ps.: escrever pra mim ainda é mais fácil, mas calma...
Tiro de conclusões que essa distância sem o calor, não é legal, vamos nos esquentar mais, ficar mais juntos, nos abraços, nos beijos, nos cobertores, nas taças de vinho, afinal o friosinho gaúcho está ai, e não tem época mais romântica, ao meu ver, que usufruirmos de todo o nosso calor que podemos oferecer e receber.
Mas também confesso que sou um pouco desastrado, não tenho jeito pra algumas coisas, não tenho cara de chegar, de mostrar o que esta acontecendo, de iniciar essa troca de calores, mas sei esquentar... Garanto.
Quem aqui não se sente mais seguro, mais confiante, mais "soltinho' falando com alguém pelo computador? É mais fácil, aproxima mas tem a distância que tira toda a nossa inibição, nos sentimos mais a vontades de se aprochegar, mesmo que seja tocando só as teclas de um computador e brilhando os olhos pela tela do mesmo. Mas e chegar no cara a cara, pegando na mão, olhando nos olhos e brilhar pelo mesmo?
A falta desse calor, faz com que se perca o encanto e eu ainda acredito nele, apesar de ser dessa população que se "solta' com um teclado na mão, esse Blog é a prova disso, mas enfim.
Mas por que não fazer esse encanto renascer? Como? Tentando.
Desligue o computador, mas continue escrevendo, tem uma coisa chamada caneta e papel, sim, ainda existe, escreva um carta, existe pedaço de papel com mais calor do que uma carta escrita a próprio punho? O problema é quem receber a minha, mas se ficar difícil eu mesmo a leio, sim, a minha letra é complicada. Desligue o computador e chame para sair mais de pertinho, ligue, a voz é uma coisa quente também, e quando chegar perto, use-a, no ouvido, em tons baixinhos. Vai ser melhor do que ficar falando bobagens pelo chat do Facebook ou simplesmente ficar escrevendo aqui.
Ps.: escrever pra mim ainda é mais fácil, mas calma...
Tiro de conclusões que essa distância sem o calor, não é legal, vamos nos esquentar mais, ficar mais juntos, nos abraços, nos beijos, nos cobertores, nas taças de vinho, afinal o friosinho gaúcho está ai, e não tem época mais romântica, ao meu ver, que usufruirmos de todo o nosso calor que podemos oferecer e receber.
Mas também confesso que sou um pouco desastrado, não tenho jeito pra algumas coisas, não tenho cara de chegar, de mostrar o que esta acontecendo, de iniciar essa troca de calores, mas sei esquentar... Garanto.
terça-feira, 4 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
Sério?
Quem lê essa simples palavra, não acredita no poder que a mesma tem, sendo substantivo, sendo adjetivo ou mesmo como locução. Sim, faz toda a diferença.
- Bah, um sério assim, faz toda a diferença.
- Oh se faz!! (risos)
O sério pode ser usado como confirmação de percepções, de desejos, de vontades, de amores. De paixões.
A forma como essa pequena palavra é inserida em um diálogo, pode mudar o rumo de vidas, de duas vidas ou pelo menos mudar o rumo de uma pela outra, mesmo que a outra não tenha a noção disso ou tem mas finge não ter, vai ver os dois lados se escondem atrás de suas próprias vontades.
- Tu é sempre a primeira que ele lembra...
- Sério?
"Brincar é condição fundamental para ser sério"
Arquimedes
- Bah, um sério assim, faz toda a diferença.
- Oh se faz!! (risos)
O sério pode ser usado como confirmação de percepções, de desejos, de vontades, de amores. De paixões.
A forma como essa pequena palavra é inserida em um diálogo, pode mudar o rumo de vidas, de duas vidas ou pelo menos mudar o rumo de uma pela outra, mesmo que a outra não tenha a noção disso ou tem mas finge não ter, vai ver os dois lados se escondem atrás de suas próprias vontades.
- Tu é sempre a primeira que ele lembra...
- Sério?
"Brincar é condição fundamental para ser sério"
Arquimedes
domingo, 26 de maio de 2013
Os melhores lugares para se pensar
Hoje, quando voltava da casa do meu pai...
Antes de tudo, deixa eu descrever a cena linda que via de fora do meu próprio corpo. Voltaria para casa de ônibus. Meu pai me levou de carro até a parada, ele estaciona o carro do outro lado, fecha-o e, só faltou me pegar pela mão para atravessar a rodovia, me leva até a parada e ali fica esperando eu pegar o ônibus.
Me senti de novo aquele gurizinho de sei lá, dez ou doze anos, não pequeno mas indefeso de baixo da (eterna) proteção de meu pai. Incrível.
Mas voltemos, peguei o ônibus, um fora do costume, que daria algumas voltas pelo meu município, mas por que não? Afinal transporte coletivo é um ótimo lugar para encontrar histórias novas e mais do que isso, pensar, em tudo, da vida à morte da bezerra.
Enquanto fazia a curta viagem, pensava no Carpinejar dizendo, sobre o exercício da memória, e agora é isso que faço, pensei pra mim mesmo, será que vou me lembrar do que eu queria escrever? Esse texto responde que sim.
Durantes as voltas e do rally que o ônibus fazia por entre as ruelas de chão batido fui pensando, além deste texto, na vida, como qualquer um faz quando não se tem um livro para ler (pelo menos eu faço assim).
Mas não fui feliz, desviei várias vezes o pensamento pra prestar a atenção no que se passava na rua e de repente quando novamente na rodovia saímos e perto de casa eu me encontrava olhei pela janela e vi uma vista que particularmente eu acho linda, olhar os bairros de Viamão à noite, sob o céu estrelado, é digno de uma tela.
Mas onde estão os melhores lugares para se pensar? Silêncio? Barulho? Com música? Eu penso no ônibus, como disse, ouvindo música, isto quando não quero cantar junto, no chuveiro, que pra mim é o melhor locar e no banheiro como um todo.
E então? Quais são os melhores lugares para se pensar? Pensem ai!!!
Antes de tudo, deixa eu descrever a cena linda que via de fora do meu próprio corpo. Voltaria para casa de ônibus. Meu pai me levou de carro até a parada, ele estaciona o carro do outro lado, fecha-o e, só faltou me pegar pela mão para atravessar a rodovia, me leva até a parada e ali fica esperando eu pegar o ônibus.
Me senti de novo aquele gurizinho de sei lá, dez ou doze anos, não pequeno mas indefeso de baixo da (eterna) proteção de meu pai. Incrível.
Mas voltemos, peguei o ônibus, um fora do costume, que daria algumas voltas pelo meu município, mas por que não? Afinal transporte coletivo é um ótimo lugar para encontrar histórias novas e mais do que isso, pensar, em tudo, da vida à morte da bezerra.
Enquanto fazia a curta viagem, pensava no Carpinejar dizendo, sobre o exercício da memória, e agora é isso que faço, pensei pra mim mesmo, será que vou me lembrar do que eu queria escrever? Esse texto responde que sim.
Durantes as voltas e do rally que o ônibus fazia por entre as ruelas de chão batido fui pensando, além deste texto, na vida, como qualquer um faz quando não se tem um livro para ler (pelo menos eu faço assim).
Mas não fui feliz, desviei várias vezes o pensamento pra prestar a atenção no que se passava na rua e de repente quando novamente na rodovia saímos e perto de casa eu me encontrava olhei pela janela e vi uma vista que particularmente eu acho linda, olhar os bairros de Viamão à noite, sob o céu estrelado, é digno de uma tela.
Mas onde estão os melhores lugares para se pensar? Silêncio? Barulho? Com música? Eu penso no ônibus, como disse, ouvindo música, isto quando não quero cantar junto, no chuveiro, que pra mim é o melhor locar e no banheiro como um todo.
E então? Quais são os melhores lugares para se pensar? Pensem ai!!!
quinta-feira, 23 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
#Partiu
"As vezes tenho vontade de andar rua a fora com a boca aberta pra ver se absorvo mais coisas... do Sol ao vento..."
Não é que pode dar certo? Alguém já tentou? Eu vou. Sair por ai, sem nem ter para onde ir, simplesmente sair, sozinho, acompanhado, em bando, casal, dupla, juntando pelo caminho aqueles que queiram ir junto, e juntos absorver o máximo que conseguimos. Mas absorver o que? Tudo o que tu quiseres, tudo o que tiveres vontade, desejo, o que tua imaginação permitir, o que tua imaginação desejar...
Felicidade, paixão, amor, alegria, sexo, boca, #enfermagem2014, família, amigos, amigas, tu, ele, ela, nós, nozes... O que importa agora é desejar, imaginar e sonhar. E sair por ai com a boca aberta, absorvendo mais coisas, mais coisas boas, mais desejo, mais paixão, mais amor, mais vida. É o que precisamos, mais e mais vida, e quanto mais dela tivermos, mais poderemos viver.
Então, vamos sair por ai com a boca aberta absorvendo as coisas??
Não é que pode dar certo? Alguém já tentou? Eu vou. Sair por ai, sem nem ter para onde ir, simplesmente sair, sozinho, acompanhado, em bando, casal, dupla, juntando pelo caminho aqueles que queiram ir junto, e juntos absorver o máximo que conseguimos. Mas absorver o que? Tudo o que tu quiseres, tudo o que tiveres vontade, desejo, o que tua imaginação permitir, o que tua imaginação desejar...
Felicidade, paixão, amor, alegria, sexo, boca, #enfermagem2014, família, amigos, amigas, tu, ele, ela, nós, nozes... O que importa agora é desejar, imaginar e sonhar. E sair por ai com a boca aberta, absorvendo mais coisas, mais coisas boas, mais desejo, mais paixão, mais amor, mais vida. É o que precisamos, mais e mais vida, e quanto mais dela tivermos, mais poderemos viver.
Então, vamos sair por ai com a boca aberta absorvendo as coisas??
domingo, 14 de abril de 2013
Que se foda as teorias
Sempre defendi aquela história de que a vida não teria graça se fosse tudo fácil, se não tivermos que errar para aprender, sofrer para conquistar, e assim por diante...
Que se foda essa merda de teoria!
Quero viver sem chorar
Quero chorar sem me preocupar
Quero me preocupar sem me importar
Quero me importar sem pirar
Quero pirar por vontade
Quero ter vontade de amar
Quero amar sem me machucar
Quero amar sem te machucar
Quero ser feliz sem ter que sofrer
Quero sofrer sendo feliz
Quero que se foda a felicidade
desde que a tenha comigo.
Quero que o mundo se foda
Quero a felicidade pra todos
Quero felicidade grátis
Quero ser feliz
Quero vida
Quero viver...
Apenas...
Que se foda essa merda de teoria!
Quero viver sem chorar
Quero chorar sem me preocupar
Quero me preocupar sem me importar
Quero me importar sem pirar
Quero pirar por vontade
Quero ter vontade de amar
Quero amar sem me machucar
Quero amar sem te machucar
Quero ser feliz sem ter que sofrer
Quero sofrer sendo feliz
Quero que se foda a felicidade
desde que a tenha comigo.
Quero que o mundo se foda
Quero a felicidade pra todos
Quero felicidade grátis
Quero ser feliz
Quero vida
Quero viver...
Apenas...
Rodar e rodar
Pego a moto, dou a partida, e parto, pra onde? Só até a esquina, mas me imagino numa imensa viajem, talvez eu volte, talvez eu fique por lá, seja lá onde for esse "lá", mas me imagino indo além das fronteiras que meu pai me determina - não vai pra faixa - respeito, apesar de dar uma escapadela e por três minutos ele não me pega voltando do lado proibido.
Ele me busca com a outra moto, e descemos juntos a ladeira da casa dele, incrível aquela sensação.
Continuo na minha viagem eterna até a esquina. Sem vontade de parar, dou voltas e mais voltas. Paro para responder as tuas mensagens, paro para pensar que caminho seguir, se desço a ladeira, se dobro na rua da escola, se sigo para o proibido mais um pouquinho.
Me tenta sentir as rodas rodares no asfalto esburacado, poder fazer a troca de marcha plana, poder puxar o acelerador até meu punho se abrir por não estar acostumado.
Agora volto, não por estar cansado, nunca me canso de rodar, mas a noite já cai, o frio vem se aprochegando e dele eu quero distância, quero sentir o vento no rosto, a brisa nas mãos, mas sem frio, quero calor, quero aquecer, quero ser aquecido, e porque não também queimar e ser queimado?
Ele me busca com a outra moto, e descemos juntos a ladeira da casa dele, incrível aquela sensação.
Continuo na minha viagem eterna até a esquina. Sem vontade de parar, dou voltas e mais voltas. Paro para responder as tuas mensagens, paro para pensar que caminho seguir, se desço a ladeira, se dobro na rua da escola, se sigo para o proibido mais um pouquinho.
Me tenta sentir as rodas rodares no asfalto esburacado, poder fazer a troca de marcha plana, poder puxar o acelerador até meu punho se abrir por não estar acostumado.
Agora volto, não por estar cansado, nunca me canso de rodar, mas a noite já cai, o frio vem se aprochegando e dele eu quero distância, quero sentir o vento no rosto, a brisa nas mãos, mas sem frio, quero calor, quero aquecer, quero ser aquecido, e porque não também queimar e ser queimado?
domingo, 3 de fevereiro de 2013
A Arte da Conquista
Por onde andas? Ou será que nem nos cruzamos? Não sei se é essa modernidade, ou a maneira como as coisas sempre acontecem comigo, mas penso que não sei lidar com a tal da "conquista" apesar de ensaiar mil textos, falas, encontros perfeitos, blá blá e blá blá, mas nunca consigo fazer e acontecer. Chego perto, mas alguma coisa sempre acontece. Já me dei conta que tudo tem seu tempo, fui a prova viva disso. Talvez seja esse o segredo da conquista, não querer conquistar ou ser conquistado, simplesmente deixar acontecer. Mas sei que parado ninguém vai à lugar algum.
Caminhadas incansáveis, brincadeiras, pegar na mão, andar de braços dados... Fazer palhaçada, falar algumas besteiras que talvez não precisassem ser ditas, tudo isso acontece, mas penso eu novamente fazer parte, parte daquele nervosismo da conquista, ficar atrapalhado, isso é o que torna a situação bonita, é o que vai fazer tu te lembrar e depois rir... Com a pessoa do teu lado, se der certo, ou ficar pensando o porquê não seu certo, se for o caso.
E se toda essa parte fosse pulada, e fossemos direto para o que queremos? Não né, não teria graça, não teria lembranças, talvez nem sentimentos, remorsos, arrependimentos.
Caminhadas incansáveis, brincadeiras, pegar na mão, andar de braços dados... Fazer palhaçada, falar algumas besteiras que talvez não precisassem ser ditas, tudo isso acontece, mas penso eu novamente fazer parte, parte daquele nervosismo da conquista, ficar atrapalhado, isso é o que torna a situação bonita, é o que vai fazer tu te lembrar e depois rir... Com a pessoa do teu lado, se der certo, ou ficar pensando o porquê não seu certo, se for o caso.
E se toda essa parte fosse pulada, e fossemos direto para o que queremos? Não né, não teria graça, não teria lembranças, talvez nem sentimentos, remorsos, arrependimentos.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Quanto tempo dura?
Séculos?
Uma vida?
Décadas?
Anos?
Semestres?
Meses?
Semanas?
Dias?
Um dia?
Horas?
Minutos?
Segundos?
Milésimos?
Ou momentos?
E pra você, quanto tempo dura?
Uma vida?
Décadas?
Anos?
Semestres?
Meses?
Semanas?
Dias?
Um dia?
Horas?
Minutos?
Segundos?
Milésimos?
Ou momentos?
E pra você, quanto tempo dura?
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Quero me apaixonar
Quero me apaixonar
novamente
e de novo, de novo e de novo.
Quero ser aquele eterno apaixonado
mesmo que tenha que me apaixonar todas as manhãs.
Que sentir o friozinho na barriga
a sudorese
a taquicardia
os tremores que uma paixão nos causa.
Quero aquela paixão que nos põe de quatro
aquela que nos arrebata quando menos esperamos
quando não queremos.
Quero me apaixonar propositalmente
verdadeiramente.
Fazer juras eternas
ser eterno
ser presente
ser importante
mesmo que a eternidade dure o momento.
Quero me apaixonar
novamente...
novamente
e de novo, de novo e de novo.
Quero ser aquele eterno apaixonado
mesmo que tenha que me apaixonar todas as manhãs.
Que sentir o friozinho na barriga
a sudorese
a taquicardia
os tremores que uma paixão nos causa.
Quero aquela paixão que nos põe de quatro
aquela que nos arrebata quando menos esperamos
quando não queremos.
Quero me apaixonar propositalmente
verdadeiramente.
Fazer juras eternas
ser eterno
ser presente
ser importante
mesmo que a eternidade dure o momento.
Quero me apaixonar
novamente...
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