sexta-feira, 26 de julho de 2013

sábado, 20 de julho de 2013

Feliz dia do Amigo

Escrevo sobre amores passados, paixões presentes e romances futuros. Escrevo sobre minha profissão. Pensamentos, devaneios, sonhos, delírios. Por que não então escrever sobre amizade.

Existe amor mais puro e verdadeiro? Um amor que toma pra si a pessoa amiga e desta nunca queremos ficar longe, por mais que a distância muita vezes seja inevitável. Mas mesmo de longe, é amizade.

Nunca morre. Fere. Machuca. Cansa, as vezes. Enjoa. Mas se é amizade, nunca acaba. E como sabemos que nunca acaba?

Sei que se torna clichê escrever sobre amizade em momento tão obvio, mas me aproveitarei assim mesmo.

Relacionamento este que me encanta, pois o amor, enfim existe. Existe ao ponto de brigarmos e mesmo de mau um com outro, nos procurarmos. Existe ao ponto de passar pelos piores momentos e mesmo assim continuar lado a lado. Existe mesmo se passando anos. Existe mesmo após minutos, sim, amizade a primeira vista existe e quando vimos, nos tornamos confidente, conselheiro, inseparáveis. Quem nunca? Existe nos momentos ruins. Existe nos momentos bons. Existe nos momentos, não importa como eles sejam. Existe.

Todos já falaram, Vinicius, Roberto, Chico, Luiz, Érico... Nós falamos.

Não quero ter um milhão de amigos, quero ter vocês. Não me interessa números, o que interessa é vocês.

Sem vocês, eu nada seria. 

Feliz dia do Amigo.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

segunda-feira, 15 de julho de 2013

... tão inocente quanto as paixões do colegial...

... tão inocente quanto as paixões do colegial...

     Imagine que o mais simples entrelaçar de pernas, pode fazer o maior alvoroço no teu peito. Taquicardia mesmo, daquelas que tu tem medo de que a pessoa do teu lado posso ouvir, literalmente, os teus batimentos ou "pulos"do teu coração.

     No leve tocar de dedos, nas brincadeiras distraídas e despretensiosas que te causam rubores de te deixar envergonhado, e assim, mais vermelho ainda ficas. 

     Me surpreende que isso ainda possa acontecer, me surpreende que isso exista de verdade, fora dos tempos de mocidade, de crianças... Fora dos tempos de paixonites.

     E quem nos disse que estamos fora dos tempos de paixonites? Não se pode ter idade para tal maravilha no mundo dos amores.

     É tão surpreendente o que a pessoa sente, que tu nem pensa em um dia ter de outra maneira o outro, o sentimento basta, a presença basta. Ela estar do teu lado, basta.

     Penso, digo, pensava, agora tenho certeza, apesar da obviedade, que não existe melhor sentimento que aquele que te traga algum bem, aquele bem que tu não precisa se preocupar em ter ou em procurar, aquele bem que a pessoa talvez nem imagine, mas ela te causa, algum tipo de bem, e isso basta para sermos felizes. 

     Para ser feliz.

... tão inocente quanto as paixões do colegial...

     Sim, ainda acontece. Acredite.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Olhares

     Ele deita a cabeça sobre o colo dela, e a encara, de baixo para cima. Pensou em citar Hamlet, na melhor das ironias shakespeariana, mas não era o momento e a piada já lhe era antiga. Quis então falar-lhe um de seus textos, aqueles em forma de poema, aqueles que ele escrevia para ela, mas não contava à ninguém, nem à ela, mas nunca se lembrava de seus próprios escritos. Tentou compor alguma coisa ali mesmo, na hora, afinal, a sua inspiração estava personificada, e ele, no colo dela. Foi em vão, olhar nos seus olhos era a mais pura poesia, e não quis competir com ela. Sabia que não tinha chance.
     Ficar ali, certamente lhe renderiam bons textos, logo após, assim que encontrasse caneta e papel, mas agora, inútil era, a concentração estava somente para as estrelas em seus olhos.
     Olhar assim, para ela, ela difícil, quase que inviável para ele, não conseguia, olhar nos olhos de qualquer outra, era fácil, não não nos olhos dela. Talvez por medo do que eles pudessem revelar, talvez pela timidez que o atacava nos momentos onde ela deveria sumir. Talvez o medo de olhar lhe olhar nos olhos, era simplesmente de não querer acordar do sonho. Sim, já tentou olhar nos olhos de alguém durante um sonho, aquele sonho que parece realidade, até tu enxergar os olhos das pessoas, por que ali eles não estão.
     Olhos são a alma das pessoas, tudo está neles, seus sentimentos, seus medos, seus anseios, seus desejos e até os seu amores. Ali morava o perigo, ele não queria saber de seus amores, ele queria ser o seu amor, ele queria estar nos olhos dela, mas no sonho, olhos não tinham, e na realidade, bom, na realidade, quem sabe...

O sentido dos sentimentos

Fico me perguntando como deixei isso acontecer? Mas será que podemos escolher quando vai acontecer? Ou será que esse pensamento não acaba interferindo no acontecimento em si? O pensamento de, “nossa, acho que está acontecendo, mas não vou pensar em nada, o que tiver que ser será...’. O que tiver que ser será o cacete, quando pensamos assim, já estamos pensando que aconteça, e sim,  pensamento tem poder. Ou será que pensamos assim porque já aconteceu?
Como definir o momento do acontecimento? Seria a mesma coisa que tentar responder com certeza o momento que o homem tornou-se enfim, bípede. Indefinível. Talvez o indefinível, torne tudo real. Natural, natural é a palavra. Mas o natural já estava no pensamento, estava até nos poemas, aquele papo de que nada mais acontece tão naturalmente com antes, um desejo do próprio subconsciente em fazer a “naturalidade” acontecer, logo, não é mais natural.
Amar é cumprir uma promessa mesmo assim. Seria essa a definição do amor verdadeiro? Não nos questionaremos do amor, não, do amor não, falaremos somente de sentimentos, mas qual? Ah, eterna dúvida, eterna dúvida. Não gosto de nomeá-los, não, sentimentos existem, se é que eles existem, para serem sentidos, não para darmos nomes. As pessoas passam mais tempo tentar criar uma nomenclatura do que propriamente sentido seus sentimentos. O sentimento está para mim como a literatura, a música, não cabe a essas belas artes rótulos, nomes, estilos, escolas e etc., cabe a elas serem apreciadas, deliciadas, vividas. Cabe ao sentimento, ser vivido, e intensamente.
Só darei nomes aos meus sentimentos, quando as últimas contrações do meu músculo cardíaco forem sentidas, ai eu poderei responder-lhes, ai, talvez, eu poderei nomear-los. Mas não lhes garanto, pois se podem passar uma, duas, três vidas sem darmos nomes ao que sentimos. E este sente, este vive o sentimento. Este vive.

Por fim, ficaremos com aquele verso já citado e aquela frase já famosa: Que tudo aconteça naturalmente, mesmo que já estejamos interferindo, inconscientemente ou consciente mesmo, tenho cá minhas suspeitas e que o que for pra ser será, mesmo que não seja, ou seja, enfim... O sentimento, por fim, está sendo sentido, pois esse é o princípio dele, o sentido, se vai ser vivido, não cabe a nós saber, afinal, deixaremos ao natural...

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Penoso de Saudade

Ao ver o autor descrevendo Flora,
mesmo sem os traços em comum,
a única imagem que me formava, era a tua.
Penoso de saudade.
Nos campos, entre uma pedalada e outra,
entre uma embalada e outra, te via ao meu lado
mesmo sem a menor semelhança com a acompanhante.
Penoso de saudade.
No sonho, no meu mundo dos sonhos,
no meu inimaginável envoltório imaginário,
te via
apesar que não te tinhas
mas o olhar, a paixão basta.
Basta  para acabar-me as saudades,
ou dela aumentar.
O olhar, a minha paixão basta, ainda.
E na eternidade das horas, dos dias...
Na eternidade das paixões puras...

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Inexplicável

     Inexplicável, é agora o que se passa. Sem saber a definição da palavra, mas lembrando da resposta dada pelo conselheiro, defino-me como inexplicável, em sentimentos.

     Os olhos nada me falam, ou ignoro-os sem querer, mas termino a obra e a deixo explicável , no meu envoltório inexplicavelmente imaginário.

De aceitar

Aires perdia para D. Rita, amor de irmão. Ele perde para ti. Paixão?

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Do sempre

Sempre fui melhor escrevendo do que falando...
Sempre fui melhor escrevendo do que fazendo...
Sempre escrevo melhor me apaixonando...

terça-feira, 2 de julho de 2013

Como o Barão de Santos

      Como o Barão de Santos, arquiteto, estudo, crio situações, dirijo cenas, escrevo roteiros... Pena que estes ficam solo, no meu envoltório imaginário.

Das Realizações

... Realizado é o poeta, que um dia emocionou alguém...

Dos bons dias

Um bom dia tem aquele que já acorda apaixonado...