Quando se olha para um ponto qualquer, vemos então o horizonte. Ele é lindo. Vemos no horizonte nossos futuros, lembramos nosso passado, e até vivemos nosso presente. E também, olhando para ele imaginamos um de nossos futuros, planejamos esse futuro e acreditamos que um dia ele vai virar presente.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Dos acontecimentos
Nada mais acontece e acontecerá tão naturalmente como um dia aconteceu... O jeito é se conformar e criar meios, senão a seleção natural te extingue.
domingo, 23 de junho de 2013
Lugar do infinito
Assinaturas na capa do caderno
Anotações na palma da mão.
Me destes a chave do teu coração
Essa, coloquei em um cordão.
Amarrei ao tornozelo
Junto com aquele barbante vermelho,
Onde coloco tudo o que desejo que seja infinito...
Anotações na palma da mão.
Me destes a chave do teu coração
Essa, coloquei em um cordão.
Amarrei ao tornozelo
Junto com aquele barbante vermelho,
Onde coloco tudo o que desejo que seja infinito...
sábado, 22 de junho de 2013
Gavetinhas do coração
Com a chave do teu coração
abri uma gavetinha.
De dentro tirei inspiração
pra escrever um poeminha.
E nele te digo, estendendo a minha mão
que também já tens o meu coração.
E nele não uso chaves, mas sim segredo
que com simples desejo, a ti é revelado.
Em noite estrelado, ou em dia nublado
Sempre me terás do teu lado.
abri uma gavetinha.
De dentro tirei inspiração
pra escrever um poeminha.
E nele te digo, estendendo a minha mão
que também já tens o meu coração.
E nele não uso chaves, mas sim segredo
que com simples desejo, a ti é revelado.
Em noite estrelado, ou em dia nublado
Sempre me terás do teu lado.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Das latidas cardíacas
Nos tocamos, mãos, corpos, rostos, olhos... Corações.
Corações se tocam, batem. Corações latem.
Te cardioconverto. Fibrila.
Será que um dia saímos desta assistolia?
Enquanto não sei a resposta, sigo escrevendo. Escrever é bom...
Corações se tocam, batem. Corações latem.
Te cardioconverto. Fibrila.
Será que um dia saímos desta assistolia?
Enquanto não sei a resposta, sigo escrevendo. Escrever é bom...
domingo, 16 de junho de 2013
Das utopias (de Quintana)
Da utopia para a realidade, só o que separa é a força de vontade, o querer, o fazer, o realizar, o acreditar... Sinta vontade, queira, faça, realize, acredite... Sonhe. Os sonhos sempre se tornarão realidades se sempre acreditar neles e deles nunca desistir.
sábado, 15 de junho de 2013
Da solidão
Usai da solidão para amar a nós mesmos, pois sucesso não teremos na tentativa de futuros amores se não nos respeitarmos e nos amarmos antes.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Simples do acontecer
Um sorriso bobo no canto da boca aparece
Me pergunta o porquê
Nem sei te responder
Acontece, assim
No mais simples do acontecer
Da maneira que tem que ser
Sem se esperar
Sem se escolher
Simplesmente no mais simples do acontecer.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Faça.
Porquê não sair desse envoltório imaginário da minha mente girante e obcecante e deixar tudo de lado para viver como tens que se viver? Sair desse envoltório de medo, medo de arriscar, medo de ser feliz, medo de machucar, medo de errar (de novo) na escolha, nos atos, nos pecados.
Sair da dúvida, da tensão, do sim e do não e deixar o coração bater por um motivo, por uma ação, por um feito, não somente por um pensamento, por uma imaginação, mesmo que a realidade esteja na nossa frente. Deixar que as taquicardias sejam provocadas já nos lábios e não sem tocá-los.
Agir sem medo das consequências, sem medo no que vamos pensar amanhã, dizer amanhã, fazer amanhã. Agir pensando no que se sente agora, na tua frente. Não que tenhamos que ser precipitados, mas ficar escrevendo e pensando no que poderia ter feito...
Se é para se arrepender que nos arrependamos de ter feito.
Ficar no pensamento é pior.
Escrever por ter ficado no pensamento, na vontade, é pior.
Tem vontade? Faça. Se não der, pelo menos tentamos.
Façamos das nossas vontades, nossas realidades. Das nossas taquicardias, nossas melhores taquicardias. Tenhamos hoje dispneias de beijos. Amanhã, sudoreses de amor. Nos arrependamos por motivos, não reclamemos do arrependimento de não termos feito.
terça-feira, 11 de junho de 2013
"Dos"
Dos cabelos que reluzem ao brilho do Sol
Dos olhos que me lembram o verde do Mar
Do perfume que faz me esquecer de todas as Flores
Do sorriso que aos poucos vai se abrindo
Da mão que não toquei
Dos lábios que não beijei
Mas do desejo que te revelei...
Dos olhos que me lembram o verde do Mar
Do perfume que faz me esquecer de todas as Flores
Do sorriso que aos poucos vai se abrindo
Da mão que não toquei
Dos lábios que não beijei
Mas do desejo que te revelei...
sábado, 8 de junho de 2013
A Arte da Conquista 2 - Distância Social
Redes sociais, tendem a aproximação das pessoas e de fato funciona. Pessoas se conhecem, viram amigas, se conhecem mais, viram mais que amigos, namorados, ficantes, até se casam. Eu conheço um casal que se conheceram pela rede e hoje são muito bem casados, mas enfim, ela aproxima, mas também distancia... Distancia do calor.
Quem aqui não se sente mais seguro, mais confiante, mais "soltinho' falando com alguém pelo computador? É mais fácil, aproxima mas tem a distância que tira toda a nossa inibição, nos sentimos mais a vontades de se aprochegar, mesmo que seja tocando só as teclas de um computador e brilhando os olhos pela tela do mesmo. Mas e chegar no cara a cara, pegando na mão, olhando nos olhos e brilhar pelo mesmo?
A falta desse calor, faz com que se perca o encanto e eu ainda acredito nele, apesar de ser dessa população que se "solta' com um teclado na mão, esse Blog é a prova disso, mas enfim.
Mas por que não fazer esse encanto renascer? Como? Tentando.
Desligue o computador, mas continue escrevendo, tem uma coisa chamada caneta e papel, sim, ainda existe, escreva um carta, existe pedaço de papel com mais calor do que uma carta escrita a próprio punho? O problema é quem receber a minha, mas se ficar difícil eu mesmo a leio, sim, a minha letra é complicada. Desligue o computador e chame para sair mais de pertinho, ligue, a voz é uma coisa quente também, e quando chegar perto, use-a, no ouvido, em tons baixinhos. Vai ser melhor do que ficar falando bobagens pelo chat do Facebook ou simplesmente ficar escrevendo aqui.
Ps.: escrever pra mim ainda é mais fácil, mas calma...
Tiro de conclusões que essa distância sem o calor, não é legal, vamos nos esquentar mais, ficar mais juntos, nos abraços, nos beijos, nos cobertores, nas taças de vinho, afinal o friosinho gaúcho está ai, e não tem época mais romântica, ao meu ver, que usufruirmos de todo o nosso calor que podemos oferecer e receber.
Mas também confesso que sou um pouco desastrado, não tenho jeito pra algumas coisas, não tenho cara de chegar, de mostrar o que esta acontecendo, de iniciar essa troca de calores, mas sei esquentar... Garanto.
Quem aqui não se sente mais seguro, mais confiante, mais "soltinho' falando com alguém pelo computador? É mais fácil, aproxima mas tem a distância que tira toda a nossa inibição, nos sentimos mais a vontades de se aprochegar, mesmo que seja tocando só as teclas de um computador e brilhando os olhos pela tela do mesmo. Mas e chegar no cara a cara, pegando na mão, olhando nos olhos e brilhar pelo mesmo?
A falta desse calor, faz com que se perca o encanto e eu ainda acredito nele, apesar de ser dessa população que se "solta' com um teclado na mão, esse Blog é a prova disso, mas enfim.
Mas por que não fazer esse encanto renascer? Como? Tentando.
Desligue o computador, mas continue escrevendo, tem uma coisa chamada caneta e papel, sim, ainda existe, escreva um carta, existe pedaço de papel com mais calor do que uma carta escrita a próprio punho? O problema é quem receber a minha, mas se ficar difícil eu mesmo a leio, sim, a minha letra é complicada. Desligue o computador e chame para sair mais de pertinho, ligue, a voz é uma coisa quente também, e quando chegar perto, use-a, no ouvido, em tons baixinhos. Vai ser melhor do que ficar falando bobagens pelo chat do Facebook ou simplesmente ficar escrevendo aqui.
Ps.: escrever pra mim ainda é mais fácil, mas calma...
Tiro de conclusões que essa distância sem o calor, não é legal, vamos nos esquentar mais, ficar mais juntos, nos abraços, nos beijos, nos cobertores, nas taças de vinho, afinal o friosinho gaúcho está ai, e não tem época mais romântica, ao meu ver, que usufruirmos de todo o nosso calor que podemos oferecer e receber.
Mas também confesso que sou um pouco desastrado, não tenho jeito pra algumas coisas, não tenho cara de chegar, de mostrar o que esta acontecendo, de iniciar essa troca de calores, mas sei esquentar... Garanto.
terça-feira, 4 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
Sério?
Quem lê essa simples palavra, não acredita no poder que a mesma tem, sendo substantivo, sendo adjetivo ou mesmo como locução. Sim, faz toda a diferença.
- Bah, um sério assim, faz toda a diferença.
- Oh se faz!! (risos)
O sério pode ser usado como confirmação de percepções, de desejos, de vontades, de amores. De paixões.
A forma como essa pequena palavra é inserida em um diálogo, pode mudar o rumo de vidas, de duas vidas ou pelo menos mudar o rumo de uma pela outra, mesmo que a outra não tenha a noção disso ou tem mas finge não ter, vai ver os dois lados se escondem atrás de suas próprias vontades.
- Tu é sempre a primeira que ele lembra...
- Sério?
"Brincar é condição fundamental para ser sério"
Arquimedes
- Bah, um sério assim, faz toda a diferença.
- Oh se faz!! (risos)
O sério pode ser usado como confirmação de percepções, de desejos, de vontades, de amores. De paixões.
A forma como essa pequena palavra é inserida em um diálogo, pode mudar o rumo de vidas, de duas vidas ou pelo menos mudar o rumo de uma pela outra, mesmo que a outra não tenha a noção disso ou tem mas finge não ter, vai ver os dois lados se escondem atrás de suas próprias vontades.
- Tu é sempre a primeira que ele lembra...
- Sério?
"Brincar é condição fundamental para ser sério"
Arquimedes
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