domingo, 22 de setembro de 2013

O mal sentimental do século

Vivemos comparando nossas tristezas, nossas infelicidades, nossos momento ruins com nossas alegrias, nossas felicidades e nosso momentos bons, nos deprimindo para depois ficarmos felizes, como se a nossa felicidade dependesse dos nossos momentos infelizes.

Como se buscássemos a felicidade somente para cobrir ou suprir, abafar a infelicidade.

Cometemos assim, o mal sentimental do século.

Buscar a felicidade em cima de nossas tristezas, como se quiséssemos mostrar para ela que estamos bem, assim como quando nos exibimos para nossos desafetos, para mostrarmos que estamos por cima, nos faz mal.

Existem tantas formas de sermos felizes, de buscarmos a felicidade. Nas formas elaboradas ou nos sonhos mais simples. Nos nomes das figuras ou nas histórias nelas criadas. No fazer o outro feliz, no ver o outro feliz, no ser feliz. Ser feliz, se sentir feliz, trás a felicidade para nós.

Ser feliz por tirar de uma conversa, um texto, algumas teorias, talvez uma tese, sobre felicidade e a busca dela. Descobrir o mal sentimental do século enquanto houve uma amiga.

Buscai a felicidade, pela felicidade. Por causa da felicidade. Por causa de nós. Buscai a felicidade sem motivos, apenas pelo motivo de ser feliz. Apenas para sermos felizes.

Não usaremos da felicidade para abafar a tristeza, pois estamos dando valor à elas, estamos dando motivos para que elas continuem sendo tristeza.

Usaremos da felicidade, para sermos felizes.

Viu, é melhor sermos felizes pensando e criando felicidades do que resgatado tristezas.

Quando estivermos perdidos, sem saber o que faremos da vida, VIVA, apenas 

sábado, 7 de setembro de 2013

Das brincadeiras

Sempre tem um pouco de brincadeira nas minhas verdades...

Do cheiro

O cheiro do couro
Mistura-se ao próprio perfume da pele
Que chega a mim
Soprado pelos ventos do poema de Cecília
O cheiro, vem com gosto de indiferença
Diferença
Diferente
Difere
Interfere
Fere
Gosto de mágoa
Magoa.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Sonhe...

O que importa é acreditar, e querer, pois tudo pode aquele que sonha, aquele que quer, aquele que acredita que deve continuar a sonhar, aquele que sonha acreditando no que quer.

Tudo pode aquele que acredita nas utopias realizadas, nas estrelas alcançadas, na distância entre elas encurtadas, pela simples arte de sonhar.

Pela simples arte de acreditar, pela simples arte de concretizar.

Tudo pode aquele que não desiste dos sonhos e dobra a aposta para se realizar, para realizar, regojizar, seja em sonho, seja realidade.

Sonhamos.
Queremos.
Acreditamos
Realizamos.
Concretizamos.

Mas continuaremos sonhando, pois este é o segredo, o combustível, o antagonista das utopias. O mais poderoso de todos os poderes ao alcance do homem. O sonho.

Sonhe, e viverás...